domingo, 4 de fevereiro de 2018

Resultados de testes em voo confirmam o E190-E2 como o avião mais eficiente de corredor único


Dublin, Irlanda, 22 de janeiro de 2018 - O E190-E2, primeiro avião da nova geração da família de E-Jets, se aproxima da certificação e a Embraer anuncia alguns resultados finais dos testes em voo, confirmando que a aeronave é melhor do que a especificação original e ainda mais eficiente do que outras aeronaves de corredor único. Com relação ao consumo de combustível, o E190-E2 provou ser 1,3% melhor do que originalmente esperado, o que representa uma melhoria de 17,3% em relação ao E190 de geração atual e quase 10% melhor que seu concorrente direto. Operando com o menor nível de ruído e emissões externas, o E190-E2 torna-se, assim, o avião mais ecológico do segmento. Rodrigo Silva e Souza, Vice-Presidente de Marketing da Embraer Aviação Comercial, disse: “isso significa que, quando nosso primeiro operador, a Widerøe, operar o voo inaugural do E190-E2, no próximo dia 24 de abril, de Bergen para Tromsø, será o primeiro voo em serviço do jato narrowbody mais eficiente e ecológico do mundo. Esta é uma conquista imensa para a nossa equipe e significa valor adicional entregue aos nossos clientes.” Os resultados dos testes em voo também confirmaram que o desempenho de decolagem do E190-E2 também é melhor que a especificação original. O alcance da aeronave a partir de aeroportos com altas temperaturas e grande altitudes (Hot and High, no termo em inglês), como Denver e Cidade do México, aumenta 600 milhas náuticas em comparação com aeronaves de geração atual. Já o alcance a partir de aeroportos com pistas curtas, como London City, na Inglaterra, também aumenta em mais de 1.000 milhas náuticas, permitindo que a aeronave alcance destinos como Moscou, na Rússia, e no norte da África sem paradas. O E190-E2 também se torna a aeronave com os intervalos de manutenção mais longos no mercado de aviões de corredor único com 10 mil horas de voo para atividades básicas de manutenção sem limite de calendário para utilizações típicas de E-Jets. Isso significa 15 dias adicionais de utilização da aeronave em um período de dez anos em comparação com os E-Jets da geração atual. Outro objetivo-chave do programa no qual o E190-E2 obteve melhores resultados do que as expectativas iniciais é o tempo de treinamento de transição dos pilotos. Os pilotos de E-Jets de geração atual precisarão de apenas 2,5 dias de treinamento e sem necessidade de simulador de voo completo para voar o E2. “Reduzir a carga de treinamento na transição para pilotos de E1 é outra grande redução tanto em tempo quanto em custos para nossos operadores. Isso, combinado com a maior eficiência de combustível da família E2 e a menor emissão de ruído, torna o E2 o avião mais econômico em seu segmento por qualquer medida”, explica Silva.

Embraer KC-390 atinge a Capacidade Inicial de Operação


São José dos Campos, SP, 20 de dezembro de 2017 – O novo jato de transporte militar e reabastecimento Embraer KC-390 completou um marco fundamental hoje, com a demonstração pela Embraer à Força Aérea Brasileira (FAB) do atingimento da Capacidade Inicial de Operação (Initial Operational Capability – IOC). O atingimento da IOC assegura as condições necessárias para o início da operação da aeronave, em conformidade com o escopo acordado com a FAB. Como parte da IOC, a Embraer obteve um Certificado de Tipo Provisório do KC-390 junto à ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), atestando a adequação do projeto aos exigentes requisitos de certificação de aeronaves da categoria transporte. “É com grande satisfação que anunciamos o atingimento deste marco importante para o Programa KC-390”, disse Jackson Schneider, presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança. “A campanha de certificação tem avançado conforme o planejado e os testes realizados tiveram grande sucesso, comprovando a maturidade da aeronave e confirmando o desempenho e as capacidades previstas”. Até o presente momento, a campanha de ensaios acumula mais de 1.500 horas de voo nos dois protótipos e mais de 40.000 horas de testes em laboratório dos diversos sistemas da aeronave. A campanha de ensaios estruturais se aproxima do fim, restando apenas o ensaio de fadiga em corpo de prova em escala real. Ao longo de 2018, estão previstos a emissão do Certificado de Tipo final pela ANAC, bem como a realização de ensaios em voo de diversas funcionalidades militares, incluindo testes remanescentes de reabastecimento aéreo, lançamento de cargas e outros, visando o atingimento da Capacidade Final de Operação (Final Operational Capability – FOC), objeto da certificação militar final da aeronave. A entrega da primeira aeronave de série à FAB está programada para acontecer ainda em 2018. Siga-nos no Twitter: @Embraer Sobre a Embraer Empresa global com sede no Brasil, a Embraer atua nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola. A empresa projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer suporte e serviços de pós-venda. Desde que foi fundada, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros. A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

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terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Gripen e Saab podem impactar o negócio entre Embraer e Boeing


Gripen. Protótipo do novo caça fez seu primeiro voo supersônico
Foto: Divulgação/Divulgação
Empresa sueca de aviação venceu a concorrência internacional para fornecer caças ao Brasil em parceria com a Embraer, que receberá tecnologia; além de serem concorrentes, Saab venceu a Boeing na licitação brasileira
A eventual parceria entre Embraer e Boeing esbarra em um conflito de interesses difícil de ser compreendido e que divide especialistas.
O motivo é a parceria já consolidada entre a Embraer e a empresa sueca Saab, que venceu a concorrência do programa FX-2 para fornecer caças supersônicos Gripen ao governo brasileiro.
Na disputa, os suecos venceram o caça F-18 Super Hornet, da norte-americana Boeing, e o Rafale, da francesa Dassault. Ou seja, Boeing e Saab são concorrentes no mercado internacional e isso poderia inviabilizar uma parceria entre a Embraer e a empresa americana.
"A Suécia concordará em passar um segredo tecnológico para uma empresa que estará coligada a uma concorrente direta dela nesta área", questionou Celso Amorim, ex-ministro da Defesa, em artigo ao portal GGN.
"A Embraer, como ela é hoje, ainda possui algumas lacunas a serem preenchidas. Para algumas destas lacunas o acordo com a Suécia irá ajudar. Como a Boeing é o principal concorrente deles nos caças, não sei se uma coisa afetará a outra", completou.
Para Ciro Bondesan, que foi o nono engenheiro a fazer parte da Embraer e acumula 53 anos de experiência no setor aeronáutico, as três empresas podem se beneficiar da negociação. "Creio que haverá troca de interesses. A Boeing pode querer pegar itens da Saab, e vice-versa"..

domingo, 7 de janeiro de 2018

Embraer entrega E-Jet número 1.400 para a American Airlines


São José dos Campos – A Embraer celebrou a entrega do E-Jet número 1.400, um modelo E175, durante cerimônia realizada no último dia 6 de dezembro de 2017, na unidade da Empresa em São José dos Campos. A American Airlines recebeu a aeronave comemorativa e escolheu para operá-la a Envoy Air, subsidiária integral do American Airlines Group Inc.
A American Airlines é cliente da Embraer há mais de 20 anos e a Envoy é um dos primeiros operadores da família ERJ, com mais de 100 jatos destes modelos na sua frota. Considerando os pedidos de E-Jets realizados em 2013 e 2017, a American Airlines já encomendou 74 aeronaves do modelo E175, sendo que 54 deles serão operados pela Envoy. A entrega de hoje representa o E175 número 44 da Envoy. “O programa de E-Jets, um dos mais bem-sucedidos programas aeronáuticos da história, tem sido fundamental em moldar o mercado de jatos de 70 a 130 assentos como o conhecemos hoje. Celebrar a entrega do 1.400º E-Jet com nossos parceiros de longa data, American Airlines e Envoy, é realmente um momento único para nós, especialmente depois de apenas dois anos da entrega do primeiro E175”, disse John Slattery, Presidente & CEO da Embraer Aviação Comercial. “Entendemos que fazer parte da frota de uma companhia é também fazer parte de sua visão, família e marca. É por isso que, como líder de mercado no segmento, estamos comprometidos em elevar constantemente o padrão com objetivo principal de fornecer produtos e soluções que beneficiem os passageiros.” “Ao adquirir nossos primeiros jatos, em 1998, a Envoy construiu uma longa e muito bem-sucedida parceria com a Embraer”, afirma Pedro Fábregas, Presidente & CEO da Envoy Air. “A Embraer tem grande orgulho das aeronaves que produz e isso é transmitido na qualidade do E175 entregue hoje. Nossos funcionários adoram operar a aeronave tanto quanto nossos clientes gostam de viajar nelas, por isso, estamos muito satisfeitos por participar desse momento histórico. Vamos receber mais dez jatos E175 muito em breve e poder operá-los ainda por muito tempo.” A família de E-Jets, lançada em 1999, tem deixado sua marca na história da aviação, uma vez que a Embraer é a única fabricante a desenvolver um portfólio moderno de quatro aeronaves direcionado especificamente para o segmento de 70 a 130 assentos. Com uma taxa média de voos concluídos de 99,9% e mais de 16 milhões de ciclos de voo, a frota de E-Jets superou a marca de 22 milhões de horas voadas. Além da confiabilidade comprovada, os E-Jets contam com uma rede global de atendimento ao cliente estrategicamente localizada e mais de 40 centros de serviços (MRO, na sigla em inglês), sendo nove autorizados e 31 independentes. Desde que entrou em operação, em 2004, quando a primeira aeronave foi entregue à LOT Polish Airlines, da Polônia, a família de E-Jets já recebeu mais de 1.800 pedidos firmes e entregou 1.400 aviões. Atualmente, os E-Jets voam nas frotas de 70 clientes em 50 países. Essa versátil família de jatos de 70 a 130 assentos já transportou mais de um bilhão de passageiros operando nas cores de companhias aéreas de baixo custo, regionais e de linhas aéreas principais.

Boeing e Embraer Confirmam Discussões sobre Potencial Combinação


CHICAGO e SÃO PAULO – A Boeing (NYSE: BA) e a Embraer (BM&F BOVESPA: EMBR3, NYSE: ERJ) confirmaram no último dia 21 de dezembro de 2017, que as empresas estão em conversações a respeito de uma potencial combinação, cujas bases ainda estão em discussão. Não há garantias de que estas discussões resultarão em uma transação.
Boeing e Embraer não pretendem fazer comentários adicionais a respeito das discussões. Qualquer transação estaria sujeita à aprovação do governo brasileiro e agências reguladoras do Brasil, bem como dos respectivos conselhos e dos acionistas da Embraer. Perspectivas Futuras pode estar sujeitas a Risco e Incerteza Certas declarações neste release podem ser declarações de perspectivas futuras. Muitas vezes, mas nem sempre, as declarações futuras podem ser identificadas pelo uso de palavras como "planos", "espera", "esperado", "agendado", "estima", "pretende", "antecipa" ou "acredita" "Ou variações de tais palavras e frases ou afirmam que certas ações, eventos, condições, circunstâncias ou resultados" podem "," poderia "," seria "," pode "ou" será "ser tomado, ocorrer ou ser alcançado. As declarações futuras por sua natureza abordam assuntos que são, em graus diferentes, incertos. Muitos riscos, incertezas e outros fatores, muitas vezes fora do nosso controle, podem fazer com que os resultados reais difiram materialmente dessas declarações futuras, incluindo, além dos fatores anteriormente divulgados nos relatórios da Boeing e Embraer arquivados na SEC e outros identificados neste release, assim como riscos relacionados a uma potencial combinação estratégica. A Boeing e a Embraer não podem garantir que essas perspectivas futuras se revelem corretas. O leitor não deve confiar totalmente em tais declarações futuras, pois informações aqui contidas referem-se apenas ao material divulgado neste release. A Boeing e a Embraer renunciam a qualquer intenção ou obrigação de atualizar ou revisar quaisquer declarações de perspectivas futuras, seja como resultado de novas informações, eventos futuros, condições, circunstâncias ou de outra forma, exceto conforme exigido pela lei vigente. Por favor, consulte outras divulgações que a Boeing e a Embraer venham a realizar sobre este tema ou outros relacionados a ele, caso tal divulgação aconteça, em relatórios enviados à SEC.